A comemoração do Dia Mundial do Orgulho LGBT (hoje, 28 de junho), leva-me à reflexão futurista. Compreendo, apoio e acompanho a luta atual pelos direitos e pela dignidade do povo LGBT (com o qual me identifico de coração). Reconheço, também, que - como em todo tipo de guerras e revoluções - nem todos os métodos possuam a mesma eficácia (ou, mesmo, razão) e, às vezes tenho a impressão de termos dado um ou outro passo para trás. Mas, como dizem, isso faz parte de todo um processo. É, justamente, nesta concepção - de um processo - que ponho a minha esperança. Espero estar ainda vivo quando o processo em questão der fruto principal que é a normalidade. Ou seja, quando não vamos precisar mais lutar. Ah, sim! Sempre haverá uma necessidade de novas conquistas e de - digamos - manutenção das metas alcanaçadas anteriormente. Espero, porém, o fim daquela guerra desesperada. Não quero mais brigar. Quero viver em paz. Neste sentido, vêm à minha mente as figuras de Martin Luther King, Mahatma Gandhi ou de Nelson Mandela. Ninguém vai dizer que os seus sonhos realizaram-se completamente, mas, ainda que faltem coisas para consertar, aquilo que existe, pode ser chamado de certa normalidade. Espero, portanto, que daqui a uns anos, o Dia Mundial do Orgulho LGBT (quem sabe, um feriado), será a ocasião para fazer piquenique no parque (depois de uma Missa de ação de graças) e relembrar o passado doloroso que tinha valido a pena de ser vivido, mas que, felizmente, será mesmo um passado. Alguém pode me chamar de otimista exagerado. Eu sei, também, que alguns militantes GLBT só se veem lutando, mas, repito, eu não quero mais brigar.
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