Lida nesta "sexta-feira depois das cinzas" passagem do Evangelho (Mt 9, 14-15) contém apenas dois versículos, mas revela algo muito importante: para mostrar os mistérios do Reino de Deus, Jesus faz constantes referências à experiência humana mais profunda e essencial - o amor. Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão. (v. 15) Vou dizer aqui uma coisa muito simples: se eu não tivesse experimentado o amor (ainda que homossexual) e, também, a perda do "noivo", nunca compreenderia este texto do Evangelho (e tantos outros). Digo mais: não teria como compreender nem Jesus, nem o amor de Deus. Seria para mim apenas uma bela teoria. Louvado seja Deus por ter me concedido a graça de amar e de ser amado. Evidentemente não ponho aqui em dúvida a autenticidade e a profundidade do amor que tenho experimentado com os meus pais, mas tenho certeza que foi o viver um "novo amor" que me ajudou a acolher e a compreender melhor a Palavra e o amor de Deus.
Câmara de São Paulo aprova em 1º turno projeto que pode inviabilizar a
maior Parada LGBTQIAPN+ do mundo
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A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em primeiro turno, nesta
quarta-feira (20), o Projeto de Lei 50/2025, de autoria do vereador Rubinho
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