ESTE BLOG NÃO POSSUI CONTEÚDO PORNOGRÁFICO

Desde o seu início em 2007, este blog evoluiu
e hoje, quase exclusivamente,
ocupa-se com a reflexão sobre a vida de um homossexual,
no contexto de sua fé católica.



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10 de junho de 2011

James Alison - o Livro


Recebi ontem em casa o livro de James Alison (padre jesuíta), "Fé além do ressentimento. Fragmentos católicos em voz gay" (Editora É Realizações; São Paulo, 2010). Quero recomendá-lo a todos! Li, por enquanto, apenas o "Prefácio à edição brasileira", escrito pelo autor e a "Apresentação", feita pelo teólogo, Pe. João Batista Libanio (o texto disponível no site da Editora "É Realizações" aqui). Pe. J.B. Libanio tem a sua própria página na internet - aqui (confira a sua biografia na Wikipedia - aqui). O autor do livro, Pe. James Alison (nascido em 1959 em Londres, mora em São Paulo) pode ser localizado no seu própro portal - aqui. Como a apresentação da obra pode ser lida na íntegra através do link indicado acima, vou transcrever apenas um pequeno trecho (só para despertar a curiosidade!): [James] Evita gerar no leitor extremos do sentimento de rejeição da condição gay ou de compaixão pela vítima ou de revolta contra o sistema social ou contra a máquina eclesiástica. Atravessam-lhe a obra transparência e honestidade do relato. Em qualquer situação existencial, gay ou não, o leitor se toca. A pessoa gay certamente encontra uma palavra de libertação, não pela via barata da contestação, mas por honesto processo reestruturante interno, baseado fundamentalmente na ação criativa e bondosa de Deus e apoiado por inúmeras passagens da Escritura feita em voz gay.

Pe. James Alisson escreve no "Prefácio à edição brasileira": Os capítulos deste livro são diversas tentativas de permanecer fiel à vocação de teólogo católico sem evitar o campo onde é mais difícil proclamar a verdade na cultura atual da nossa Igreja: o campo gay. É um campo minado de escândalo, de meias verdades, de silêncios covardes, de rabos presos, de enrustidos que perseguem os outros, de mendacidade em geral, e produz em todos nós efeitos espirituais e morais sumamente tóxicos. Porém, creio que a minha tarefa como teólogo e como padre não é deixar-me fascinar por aquilo que estrututa a mendacidade e viver gritando contra; é oferecer recursos para aqueles que queiram ousar avançar além das posições oficiais, posições que, como se torna cada vez mais evidente, fundamentam-se numa falsa caracterização daquilo que é a pessoa gay.

A parte que mais me toca no texto é: O meu sonho como padre, um sonho que por enquanto vive sem nenhum apoio ou aprovação eclesiástica, é criar uma pastoral que tenha coração para abarcar o desenvolvimento humano completo e a formação profissional de tantos jovens gays nas nossas cidades que ou vivem assombrados pela rejeição familiar ou procuram sobreviver por meio do sexo pago. 
 
A informação importante para quem estiver preocupado com a legitimidade (católica) das opiniões contidas no livro: (...) nem este livro, um dos raros escritos por um padre católico assumidamente gay que mostra um desacordo com a posição oficial, nem os outros mais recentes, nos quais tenho aprofundado mais a mesma matéria, receberam qualquer tipo de crítica eclesiástica nas suas versões inglesa, espanhola ou italiana, nem o seu autor sofreu qualquer espécie de reprimenda oficial. Tomara que no Brasil seja possível impedir que a Igreja destrua a sua credibilidade entre os próprios fiéis reproduzindo es reações defensivas e contrárias à verdade nessa esfera, atitude que a tem caracterizado em muitos outros países, e possamos começar a trabalhar esses assuntos à luz do dia, de maneira honesta, serena e adulta.

Padre James Alison
Pois bem. Essa é apenas uma introdução. Se Deus quiser, vou voltar ao assunto ainda muitas vezes. Por enquanto deixo aqui algumas dicas sobre a compra do livro.

Fiz a solicitação do produto no site da Editora É Realizações (aqui) na quarta-feira (dia 06) e, como decidi utilizar o boleto bancário, efetuei o pagamento no dia seguinte (evidentemente, há várias opções de pagamento com diversos cartões de crédito). O preço líquido é de R$ 55,00 e o frete é calculado de acordo com o local de entrega (definido pelo CEP) + custo do serviço de entrega, em três opções: PAC-CORREIO [R$ 11,90]; E-SEDEX [R$ 7,43]; SEDEX [R$ 20,70] (preços referentes à entrega no Rio de Janeiro). Tudo levou uma semana. Outro detalhe: a encomenda chega em uma embalagem comum (leia-se discreta) - há quem se preocupe com isso. Em qualquer sistema de busca na web, podem ser encontradas outras livrarias virtuais que possibilitam a compra, com preços e condiçãoes de pagamento/entrega semelhantes.

BOA LEITURA!

ovelhas e cordeiros


Jesus (...) perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. (Jo 21, 15-17)

Como sempre, o texto do Evangelho inspira diversas interpretações. Tudo depende do ângulo sob o qual a passagem está sendo analisada. Muitos pregadores sustentam a ideia de uma ligação direta entre três negações de Pedro e três respostas "eu te amo" que teriam o papel de "apagar a culpa", ou melhor, curar o coração do discípulo e a sua relação com o Mestre. Acho válido este ponto de vista.

Outros, mais estudiosos, procuram analisar o diálogo de Jesus com Pedro, recorrendo ao significado original dos termos escritos em grego. Vejamos a explicação feita pelo Papa Bento XVI: O evangelista João narra-nos o diálogo que naquela circunstância se realiza entre Jesus e Pedro. Nele revela-se um jogo de verbos muito significativo. Em grego o verbo "filéo" expressa o amor de amizade, terno mas não totalizante enquanto o verbo "agapáo" significa o amor sem reservas, total e incondicionado. Jesus pergunta a Pedro pela primeira vez: "Simão... tu amas-Me (agapâs-me)" com este amor total e incondicionado ( cf. Jo 21, 15)? Antes da experiência da traição o Apóstolo teria certamente respondido: "Amo-Te (agapô-se) incondicionalmente". Agora, que conheceu a amarga tristeza da infidelidade, o drama da própria debilidade, diz apenas: "Senhor... tu sabes que sou deveras teu amigo (filô-se), isto é, "amo-te com o meu pobre amor humano". Cristo insiste: "Simão, tu amas-Me com este amor total que Eu quero?". E Pedro repete a resposta do seu humilde amor humano: "Kyrie, filô-se", "Senhor, tu sabes que eu sou deveras teu amigo". Pela terceira vez Jesus pergunta a Simão: "Fileîs-me?", "tu amas-Me?". Simão compreende que para Jesus é suficiente o seu pobre amor, o único de que é capaz, e contudo sente-se entristecido porque o Senhor teve que lhe falar daquele modo. Por isso, responde: "Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo! (filô-se)". Seria para dizer que Jesus se adaptou a Pedro, e não Pedro a Jesus! É precisamente esta adaptação divina que dá esperança ao discípulo, que conheceu o sofrimento da infidelidade. Surge daqui a confiança que o torna capaz do seguimento até ao fim: "E disse isto para indicar o gênero de morte com que ele havia de dar glória a Deus. Depois destas palavras acrescentou: "Segue-Me"!" (Jo 21, 19). (Bento XVI, Audiência Geral, 24/05/2006 - aqui).

Sublinhei uma frase do texto de Bento XVI, por trazer uma revelação importante para todos nós, inclusive, os homossexuais. Há uma diferença enorme entre considerar indigno ou sujo um jeito de amar (por exemplo, amar uma pessoa do mesmo sexo) e reconhecê lo como "pobre" (o termo usado pelo Papa). De fato, todo amor humano é pobre, sobretudo quando comparado com o amor infinito de Deus. O nosso amor é pobre porque é humano. Mesmo assim, é o único de que somos capazes. Quero dizer que as palavras do Papa sobre Jesus que "se adaptou a Pedro, e não Pedro a Jesus", são muito consoladoras para nós. Como diz Bento XVI, "surge daqui a confiança".

Tendo tudo isso em consideração, podemos abordar mais um ângulo de interpretação da passagem evangélica. Não tenho dúvida de que são os pastores que leêm o diálogo de Jesus e Simão Pedro com especial atenção. O Senhor associa a resposta do apóstolo com a missão de apascentar o rebanho. Bento XVI deixou isso claro na cerimônia de imposição do pálio a 40 Arcebispos Metropolitanos, no dia 29/06/2008 (aqui): Cristo ressuscitado une o mandato: "Apascenta as minhas ovelhas", inseparavelmente à interrogação: "Amas-me, amas-me tu mais do que estes?". Todas as vezes que vestirmos o pálio do Pastor do rebanho de Cristo, deveríamos ouvir esta pergunta: "Amas-me?" e deveríamos deixar-nos interrogar acerca do acréscimo de amor que Ele espera do Pastor. Assim, o pálio torna-se símbolo do nosso amor pelo Pastor Cristo e do nosso amar com Ele torna-se símbolo da vocação para amar os homens como Ele, juntamente com Ele: aqueles que estão em busca, que tem perguntas a fazer, quantos estão seguros de si e os humildes, os simples e os grandes; torna-se símbolo da vocação para amar todos eles com a força de Cristo e em vista de Cristo, a fim de que O possam encontrar e, nele, encontrar-se a si mesmos.

Acho interessante, também, o detalhe de ovelhas e cordeiros. Será que Jesus intercala "ovelhas" e "cordeiros" só para não deixar que a conversa fique monótona? Ou tem algo propósito especial? Li em algum lugar a seguinte explicação: A frase "apascenta meus cordeiros" é o chamado a Pedro para ser Papa, pois, no rebanho, o cordeiro é tido como o chefe das ovelhas, porque estas seguem o cordeiro. Na comparação de Jesus, as ovelhas somos nós, os cordeiros são os nossos chefes: os coordenadores das Comunidades, os líderes pastorais, os padres e bispos. Jesus mandou Pedro, além de apascentar as ovelhas, apascentar esses chefes, isto é, ser o chefe dos chefes do Povo de Deus.

Como escrevi no início, a passagem do Evangelho deixa uma margem bastante grande para várias interpretações. O cordeiro, em sua simbologia bíblica, relaciona-se com o sacrifício a ponto de ser o sinônimo do próprio Cristo - o Cordeiro de Deus. Pode ser que Jesus tenha chamado Pedro para cuidar, de modo especial, daqueles que se tornariam, como o Mestre, cordeiros imolados no sacrifício do martírio. Todos os perseguidos devem estar sob o particular cuidado dos pastores!

Eu tenho, porém, uma ideia mais simples. Para mim, é provável que o Senhor tenha falado daqueles que constituem uma minoria (cordeiros) no meio de uma multidão (ovelhas). Como se Jesus dissesse: Pedro, cuida de todos, e não se esqueça daqueles que são, de alguma maneira, diferentes.

Muitos podem me chamar de "ovelha negra",
mas eu sou apenas um cordeirinho...

Estamos na fila



Agência de notícias Gaudium Press (aqui) divulgou no último dia 06 de junho a informação sobre o encontro do Papa Bento XVI com uma parte dos cerca de 1400 ciganos que irão à Roma neste fim de semana para recordar o 150º aniversário de nascimento e os 75 anos do martírio do primeiro cigano beato, o espanhol Zeferino (Ceferino) Giménez Malla (1861-1936). O encontro, previsto para amanhã (sábado) é noticiado como "novo ato inédito e histórico para a Igreja" e "um evento significativo em um momento no qual tantos episódios de discriminação a ciganos acontecem em muitos países europeus". De acordo com Marco Impagliazzo, presidente da Comunidade de Santo Egídio (conheça esta Comunidade aqui), "a via da integração parece ser a única possível para se viver juntos em paz e em segurança. A audiência testemunha que a Igreja ama os ciganos e que se empenha junto a essas populações para que sejam reconhecidas como um minoria europeia, com seus direitos e com seus deveres." Para Dom Giancarlo Perego, diretor geral da Fundação Migrantes, esse primeiro encontro para os ciganos no Vaticano trata-se de um "sinal importante para o mundo, marcado pelas diferenças, preconceitos e violências".

Só queria dizer que nós também estamos nessa fila...

9 de junho de 2011

Michał Szpak



Escrevi recentemente (aqui) sobre Andrej Pejic, o modelo andrógino que esteve presente (e, como dizem, arrasou) no último Fashion Rio (30/05-04/06). Não tenho certeza absoluta se o fenômeno é o mesmo, mas proponho hoje uma apresentação do jovem cantor polonês - Michał Szpak, 21 anos - finalista no programa X-Factor, baseado no evento homônimo inglês e realizado na Polônia (algo parecido com "Ídolos"). No vídeo abaixo, Michał canta junto com Alexandra Burke, ganhadora da quinta temporada do programa de TV britânico “X Factor” (confira as informações sobre Alexandra na Wikipedia - aqui).


8 de junho de 2011

Beleza total


Depois de ter lido/assistido várias declarações homofóbicas, decidi parar com isso e ocupar-me com algo positivo e mais leve. Inspirei-me no Blog-Amigo: "O.C. - Ouriço-Cacheiro" (aqui) para refletir sobre a beleza. É algo muito pessoal e - falando ainda dos opositores (e agressores) do mundo GLBTS - é uma pena que a briga de dois lados toma geralmente rumo teórico, com argumentos criados nos escritórios de políticos ou de religiosos e não deixa espaço para uma partilha de experiências. Muitos falam de homossexualidade como "opção" (entende-se: escolha), ou "desvio de comportamento", "más influências", etc. Pergunto eu: onde nessa história fica o MEU PADRÃO DE BELEZA? É possível escolher aquilo de que se gosta, ou - logicamente - o gostar é independente da vontade? Vou dar um exemplo. Nunca gostei de leite. Se fosse uma questão de vontade, ao saber de todos os seus benefícios, tomaria a decisão de gostar de leite. A mesma coisa acontece, por exemplo, com a música. MPB - adoro. Funk - detesto. Música sertaneja - não gosto. Pois bem. Se o meu olhar volta-se com admiração (e desejo) em direção aos rapazes jovens, magros, não muito altos, cujo sorriso acho encantdor, será que haveria possibilidade de "redirecionar" a minha atenção, por exemplo, para mulheres? Só para deixar claro: eu não acho as mulheres feias por serem mulheres. Vou dizer assim: "Esta mulher é bonita" e "aquele garoto é lindo". Dá para notar a diferença? Talvez eu esteja confundindo a beleza com a atração, mas acho que, até certo ponto, ambas se misturam (ou, pelo menos, encontram e influenciam). Concordo com Juan Heféstion (do blog citado acima) quanto à importância da beleza interior. Acho, porém, que o que realmente importa é a BELEZA TOTAL, ou seja, a exterior e a interior, juntas. É verdade que uma é capaz de complementar algumas falhas da outra, mas não é mesma coisa que substituir. Quem, portanto, procura cuidar de sua própria beleza, vai prestar atenção tanto ao interior quanto ao exterior, notando que, quanto mais estiver em paz consigo mesmo, terá reflexos disso mais evidentes, também em sua aparência. Lembro-me de um conhecido meu que, um dia, perguntou: "Você está amando?". "Por quê?!" - devolvi a pergunta. "Porque tá bonito!". De fato, naquele tempo estava vivendo uma das melhores fases do meu relacionamento amoroso. O amor transborda e revela a BELEZA TOTAL da pessoa. E quanto ao "padrão da beleza"? Cada um tem o seu próprio...

Gatinhos divinos

Vocês não acham que escrever coisas sobre uns malucos homofóbicos torna um blog meio pesado? Pois é, eu também acho. Há várias maneiras irresistíveis de provocar risadas. Uma delas e o vídeo que encontrei no BLOG AMIGO - "Gay Católico" (aqui), com este comentário: Quem disse que Deus não sabe brincar? Não só sabe mas sabe como ninguém!

Assistam! É sensacional!


Efeito bumerangue

Quando a gente pensa que alguma coisa já tenha sido superada, de repente aparece de novo como bumerangue. Só para lembrar: bumerangue (em inglês: boomerang) é um objeto de arremesso, criado para voltar à mão do arremessador. Provavelmente muitos se lembram daqueles desenhos animados em que o personagem lançava o bumerangue e acabava sendo atingido por ele. Como diz Homer Simpson, nada é tão engraçado como uma pancada na cabeça. Mas isso serve apenas para desenho animado, porque na vida real dói de verdade e nem um pouco é engraçado.

Pois bem... Encontrei hoje no site das notícias católicas Zenit a informação sobre a Federação Internacional de Associações de Médicos Católicos, cujo presidente, Josep Maria Simon afirma que condição homossexual pode ser prevenida e mudada com uma atenção personalizada ou com um acompanhamento em grupo, mas não tem tratamento farmacológico. A entrevista com Agência Zenit (aqui) traz outras "revelações", tais como: O pesquisador psiquiátrico da Universidade de Columbia, Robert Spitzer, que participou diretamente da decisão, em 1973, de retirar a homossexualidade da lista de desordens mentais da Associação Psiquiátrica Americana, reconheceu, décadas mais tarde, a possibilidade de que uma pessoa homossexual mude sua tendência. No mesmo artigo da Zenit encontra-se o link pra acessar o documento "Homossexualidade e esperança" (aqui), da Associação dirigida po J. M. Simon. Quem quiser, ao abrir aquilo em nova janela (ou guia), clique no canto superior esquerdo (Translations in Other Languages) e localize Portuguese. Aparece o link daquele texto em português e um outro: "HOMOSSEXUALIDADE um guia de orientação aos pais para a formação da criança" (em pdf. - aqui) que é a introdução ao livro com o mesmo nome, escrito por Joseph Nicolosi e Linda Ames Nicolosi. Entre outras coisas, o casal afirma: Não podemos concordar com as pessoas – muitas delas profissionais especializados, psicólogos, psiquiatras e outros – que dizem que cada um de nós pode “ser qualquer coisa que queremos ser”, em termos de identidade de gênero ou orientação sexual. (...) Mas a raça humana foi planejada para dois gêneros: macho e fêmea; não há nenhum terceiro gênero. Além disso, a civilização já nos mostrou que a família humana natural (pai, mãe e filhos), com todos seus defeitos, é o melhor meio ambiente possível para a nutrição de gerações futuras. (...) Agora esperamos que Homossexualidade: um guia de orientação aos pais para a formação da criança continue a responder à necessidade crescente. A maioria dos pais de crianças pré-homossexuais que vêm a nós em busca de ajuda são pessoas de fé religiosa — católicos, protestantes, mórmons, judeus —, mas alguns, também, são secularistas que intuitivamente sentem que a humanidade é projetada para ser heterossexual. Nós podemos sentir empatia com a preocupação desses pais, porque compartilhamos sua visão de mundo.

Clicando em Portuguese-Language Translation of "Homosexuality and Hope", estamos sendo redirecionados para outro lugar e, depois, para o artigo publicado em profamília (aqui). Não vou transcrever o texto nem seus fragmentos. Quem quiser, leia por conta própria. Vai encontrar "capítulos" do tipo: "Ninguém nasce homossexual", "Há prevenção para a atração pelo mesmo sexo", "Terapia", etc.

Por curiosidade, acessei também o arquivo daquele site, com o tag "Homossexualismo"... Vejam as pérolas: Estudo afirma que gays podem abandonar a homossexualidade, Resposta ao movimento homosexual , União civil de homossexuais, É tempo de boicotar a Walt Disney Company, além de vários artigos em espanhol.

Pensei que o Papai Noel não existe...
Ele volta feito bumerangue.