ESTE BLOG NÃO POSSUI CONTEÚDO PORNOGRÁFICO

Desde o seu início em 2007, este blog evoluiu
e hoje, quase exclusivamente,
ocupa-se com a reflexão sobre a vida de um homossexual,
no contexto de sua fé católica.



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13 de setembro de 2009

muitos...?

“São dignas de admiração a particular solicitude e a boa vontade demonstrada por muitos sacerdotes e religiosos, no atendimento pastoral às pessoas homossexuais; esta Congregação [da Doutrina da Fé] espera que tal solicitude e boa vontade não diminuam”.
Cardeal Joseph Ratzinger, no documento Carta aos bispos da Igreja Católica sobre o atendimento pastoral de pessoas homossexuais (Roma, 1986, número13).
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Fonte: Diversidade Católica
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Sinceramente: NÃO ACHO QUE SEJAM MUITOS !

retorno dos rapazes

É impossível faltar aqui este vídeo!
Retorno é retorno!

12 de setembro de 2009

banho de leite

Nesse líquido branco, que nutre de bebês a velhinhos, existem gorduras, proteínas, vitaminas, sais minerais e boa quantidade de água. Por isso, o leite é considerado um alimento completo, e essa fórmula perfeita também faz dele um hidratante natural. Quando aplicado puro na pele, a alta quantidade de gordura amacia e o ácido lático – composto por pequenos cristais – promove uma esfoliação suave, que remove as células mortas e produz um efeito rejuvenescedor. Por essa característica, o ácido lático está presente na fórmula de muitos hidratantes.

Cleópatra, a mais famosa rainha egípcia,
costumava descansar e renovar sua beleza
tomando longos banhos de leite.


Observação prática [1]: Deve-se usar 1 litro de leite integral (de vaca) para uma banheira de água morna, com temperatura a 36° C. Para evitar que o odor ácido do leite permaneça no corpo, adicione de seis a oito gotas de óleo essencial (o de lavanda é relaxante, o de tangerina, estimulante, e o de rosas desperta a auto-estima).

Observação prática [2]: Caso não tenhas em casa uma banheira, faze o uso de leite conforme ilustrações a seguir:


10 de setembro de 2009

O 3° travesseiro

"O 3o travesseiro” de Nelson Luiz de Carvalho. Uma emocionante história de Marcus, um rapaz de 17 anos, apaixonado pelo Renato. As peripécias de um amor ardente, porém atacado de todos os lados e modos, por mais diversas pessoas. A trama do romance, baseado nos fatos reais, é capaz de prender atenção a ponto de envolver o leitor, como se fosse participante daquela história e não apenas espectador. Entre os temas apresentados com maestria pelo autor, encontram-se os dilemas de aceitação de homossexualidade do filho pelos pais, a questão de interpretação da homossexualidade do ponto de vista religioso. Um destaque merece também o relato sobre a dura experiência dos “michês”, garotos de programa, que exercem a sua “profissão” nas ruas de São Paulo. Surpreende a dedicatória do Autor: “À minha esposa Sueli e ao meu filho Lucas, pelo tempo e a paciência que tiveram”, pois o estilo do livro é por demais “autobiográfico”. A não ser que Marcus tenha sido de fato Nelson Luiz, Beatriz – Sueli e Rafael chame-se de fato Lucas. Que permaneça no ar este segredo. De coração recomendo o livro. Depois da primeira leitura, numa noite e madrugada, voltei ao texto outras diversas vezes.

Editora Arx, São Paulo, 2005; 8ª edição. (Tenho informações sobre o mesmo livro lançado pelas Edições GLS, São Paulo)

Desafio e emoção. Assim posso definir o que representou escrever O terceiro travesseiro. Tudo começou numa sexta-feira de dezembro, 1995. Ao aceitar o convite de Marcus para um almoço, não imaginei que após tratarmos de assuntos comerciais – normalmente me reunia apenas com o pai dele – nossa conversa seguisse por caminhos tão pessoais de sua vida. (...) Por meses sua história invadiu minha vida de uma forma irreversível, levando-me a decidir contá-la em livro. Vencido o desafio de narrar todos os fatos como exatamente aconteceram, passei a caminhar pelo campo da emoção: a obra foi o resultado de ter convivido, por alguns meses, com os verdadeiros personagens da história; capítulos inteiros foram escritos nos próprios locais dos acontecimentos” (O Autor; contracapa)

24 de agosto de 2009

sinal de esperança (?)


O arco-íris, antes de ser o símbolo predileto dos movimentos "homo-; bi-; trans-; etc.", é revelado na Bíblia como sinal de esperança. Não sei se a notícia abaixo seja de tanta esperança assim, mas - como dizem por aqui - já é alguma coisa...

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No último domingo, 23 de agosto, pela primeira vez na Itália, uma Missa foi dedicada aos separados e divorciados. A cerimônia, no santuário de Nossa Senhora da Guarda, foi uma iniciativa do reitor, Monsenhor Marco Granara. A intenção do padre reitor era simplesmente sublinhar que separados e divorciados são fiéis, para todos os efeitos, e não devem se sentir “excomungados”; podem participar da Eucaristia, sem receber a hóstia consagrada, e que a Igreja está perto deles, porque “é mãe”.
Alguns dias atrás, em um artigo no jornal local, o Cardeal Angelo Bagnasco, Arcebispo de Genova e presidente da Conferência Episcopal Italiana, convidou a comunidade cristã a cuidar das feridas das famílias desagregadas e anunciou a iniciativa da Missa para os separados e divorciados.

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Esperamos aparecer, um dia qualquer, a informação sobre a Missa para os homossexuais que, também, não devem se sentir excomungados, pois a Igreja está perto deles, porque é mãe...

22 de agosto de 2009

eu amo Portugal

Homenagem a todos os meu Amigos portugueses!

21 de agosto de 2009

jornadas pela blogosfera


"Pelo blog conheci alguém por quem me apaixonei. Pela primeira vez com intensidade mensurável, acho eu. E mais uma vez, como tudo o que é bom acaba, também através do blog me chegaram momentos de sofrimento, melancolia, tristeza. Como cresci nestes últimos anos... Incrível o quanto, se parar para pensar. Mudei muito, saí do armário pelas primeiras vezes e, para já, esses pequenos passos têm corrido bem. A minha personalidade evoluiu, consolidou. Os amigos de sempre vêem um novo colega de trabalho, um novo amigo. Melhor, dizem eles. Mais genuíno. :)"

Este é o fragmento de texto num blog que visitei hoje. Estou em fase de aquecimento (digamos: faço preparativos para recomeçar de verdade, com a criatividade própria).
O Autor continua assim:
"...saio enquanto autor. Saio por uma necessidade grande, que tenho já há algum tempo, de fechar um período da minha vida. Concluir. Guardar o que vale a pena e seguir. Sempre aberto a novas vivências, novos desafios, novos voos. O carácter pessoal que este blog adquiriu dá-me conforto suficiente para, num acto revestido de algum egoísmo, me afastar e limitar-me ao dia-a-dia real, deixando-me cair desta esfera virtual..."
É uma pena, mas devemos respeitar as decisões dos outros. Esperamos que numa saída haja possibilidade de retorno, ou pelo menos, alguma porta (semi-)aberta. Por enquanto o blog "diferente como eu" permanece no ar.